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domingo, 15 de fevereiro de 2015

É difícil não me deixar encantar...




Por vezes sinto-me um pai babado. Criar um jardim e acompanhar o seu crescimento é um enorme privilégio. Deixo aqui mais umas imagens de hoje.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Quando menos espero...





... encontro no meu caminho duas Kalanchoes algo difíceis de encontrar em garden centers. A primeira é uma "beharensis", com folhas de um verde cinzento fantástico. Há muito que gostaria de a ter no jardim e finalmente consegui encontrar uma em mau estado, junto de restos provenientes de uma limpeza de um jardim privado. Foi um verdadeiro achado. A segunda veio de uma casa privada e quando a vi, fiquei em estado de êxtase, confesso que nunca tinha visto uma igual. Trata-se de uma Kalanchoe gastonis-bonnieri, também conhecida por "orelhas de burro". Se tudo correr bem, irão ficar com o aspeto da segunda colagem. 
A terceira colagem mostra duas flores de Stapelia que têm animado esta parte do jardim e que, em comum com a última colagem, têm o facto de terem sido encontradas no mesmo local. Junto a mais um caixote caixote do lixo veio hoje um par de "vasos-soca" vermelhos, bem originais, e que já fazem parte de mais um jardim que tenciono criar numa parede, desta vez vertical... acho que vou precisar de muitos deste vasos-soca!

domingo, 9 de junho de 2013

Memória seletiva, eu?







No que respeita à minha memória, sempre achei que, ao contrário de muitos dos meus amigos que se recordam de tudo o que partilhamos, eu acho que tenho uma memória muito seletiva, pois normalmente apenas recordo esses momentos se estiverem associados a situações inesperadas. Um exemplo disso são estas suculentas que vos mostro hoje. As duas primeiras fotos são do gigante Aeonium "cyclops" que cresce no jardim há sete anos e que, sempre que olho para ele, me recorda o jardim de um hotel na Califórnia onde o colhi, assim como tudo o que de ilegal foi necessário fazer para o transportar... Esta belíssima planta é uma das paragens obrigatórias no jardim.
As fotos da planta seguinte são de um  Aeonium tabuliforme originário da nossa ilha da Madeira, e que foi colhido durante uma caminhada que fiz na zona do Curral das Freiras. Inspirado pelo seu habitat natural, plantei-o numa superfície vertical, entre as pedras de um dos muros. Infelizmente, só tenho este e, como podem observar, está em flor neste momento, o que significa que irá morrer. Como não se encontra à venda nos garden centers do continente, acho que a única solução é regressar ao paraíso da ilha da Madeira.
Por fim, lembrei-me de partilhar convosco este enorme figo... ah, mas já o comi...! Esta minha memória! Eu não vos dizia?

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Dias quentes e chorões em flor





Com o calor e o Sol forte dos últimos dias, algumas das minhas plantas envasadas precisaram de se mudar para sítios mais frescos e com mais sombra, onde passarão o verão. O objetivo é manter o bom aspeto das suculentas e reduzir a necessidade de regas. 
Esta intensa luminosidade fez também com que os pequenos chorões (Carpobrotus) iniciassem a sua floração. Gosto das suas flores, e de usá-las no cimo dos muros de pedra, onde facilmente crescem. Aliás, num futuro próximo, gostaria de plantá-las no cimo dos muitos metros de muro em pedra que delimitam o extremo norte do jardim, e assim criar uma faixa continua de floração vermelha.
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